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domingo, 4 de julho de 2010

O BEBÊ E A MÚSICA * GESTAÇÃO E MEMÓRIA AUDITIVA



Muitas mamães estabelecem o primeiro contato com seu bebê ainda no período de gestação. Algumas mães conversam com a barriga, cantam e até compõem canções. Mas será que o bebê percebe e ouve tudo isso?
Sabe-se hoje que a partir do quarto mês de gestação o feto já reage a estímulos de sons. Estudos mostram que ao nascer, o bebê traz consigo a memória auditiva de pelo menos quatro meses. Experiências com hidrofones (microfones que captam sons no meio líquido intra-uterino) concluíram que as conversas do meio externo podem ser ouvidas pelo feto, porém atenuadas pela gordura e pelos tecidos da mãe. As vozes masculinas ou graves chegam mais fortes que sons agudos (como a voz feminina).
É interessante apontar a importância da vida sonora do meio externo. Toda a vibração é captada e memorizada pelo bebê ainda na barriga da mãe, sendo de grande responsabilidade cuidar da harmonia sonora desse ambiente, tornando-se o começo do processo de educação da criança.
Muitas mães, principalmente fora do Brasil, estudam e defendem os partos humanizados. O médico francês Frederick Leboyer escreveu sobre meios mais humanos de receber o bebê no mundo e que hoje são usados por vários obstetras em Salvador. Atualmente há a mescla entre esses métodos e a música, que é escolhida com cuidado, e tocada para o bebê desde a gravidez até a hora do parto. É nítida a relação acalentadora que esta música terá no futuro como controladora dos choros de cólicas, por exemplo.
Bebês que desde pequenos são estimulados através da linguagem musical apresentam um comportamento mais sereno e desenvolvimento mais rápido da cognição.
A Musicalização para Bebês tem trazido resultados maravilhosos em vários aspectos, principalmente na integração social que acontece nas rodinhas de mães e bebês durante uma aulinha de música. Esses bebês são curiosos e participativos. Aprendem desde bem pequenos a guardar instrumentos e a balbuciar frases através das canções. As canções passam a ser um novo formato de comunicação usada com os pequeninos. Outra questão interessante que é trabalhada e lapidada em um momento de musicalização é a intimidade entre a criança e o adulto (a mãe ou o pai ou a avó ou a babá...) que a acompanha, participando dos momentos de relaxamentos instrumentais e massagem sonora.
As aulas de musicalização abraçam também as crianças especiais, principalmente os com síndrome de down. Os pequenos, com suas dificuldades peculiares, são estimulados musicalmente e socialmente, surgindo um verdadeiro trabalho humano com a colaboração de todo o grupo. E assim, ganhos são constatados ao longo de cada aula.


A música como linguagem pedagógica, educa e desenvolve o ser humano.



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