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domingo, 2 de agosto de 2009

Musicalização - 1 ano e meio a 3 anos

Nesse estágio, o contexto espacial muda. A criança sai do chão e começa a explorar o plano médio. Se interessa por coreografias, ciranda de rodas saltar, agachar e levantar.....

O GRUPO


Nessa turma, exploramos ainda mais o trabalho de grupo, ajudando cada criança na integração e socialização harmoniosa, através das cirandas de mãos dadas, das divisões dos instrumentos e outros brinquedos usados durantes as canções. A criança já ajuda a guardar os instrumentos após o uso, e para isso há a "canção de guardar". Ela começa a entender que pegamos um caixote, usamos e o guardamos para poder pegar outro. Começa a ser despertado o senso de organização e disciplina, o que é muito importante, pois esses elementos existem dentro da música também.

O TRABALHO COM MÚSICA E O ACOMPANHANTE

Começam a ser trabalhadas canções com mais instrumentos. São inseridas no repertório delas, canções que alternam instrumentos, o que de começo parece complicado, mas logo as crianças internalizam o aprendizado, exteriorizando facilmente. Algumas canções mais longas, historinhas, atividades com panos, entre outras novidades começam a aparecer nesse grupinho. Elementos da capoeira são vividos através de canções específicas, assim como brincadeiras com fonemas diferentes.

O papel do acompanhante, que ainda está presente nesse grupo, é de suma importância. O adulto que acompanha a criança deve ser ativo, pois é isso que buscamos na criança. Se o adulto é o modelo, então esse adulto cantará, brincará, dançará, estimulará, enfim, estará disponível durante a aula para participar ativamente das vivências musicais, respondendo aos comandos apresentados.

ESTÍMULO
Cada criança é uma. Cada uma mostra sua musicalidade de uma maneira diferente da outra. Enquanto algumas cantam e dançam, outras ouvem caladas, e às vezes parecendo que nem está "ouvindo".
É importante ressaltar que no processo de desenvolvimento da individualidade do ser, não podemos interferir e palpitar. Mas sim estimular sem desrespeitar. E como fazemos isso?
O adulto deve fazer sua parte: participar ativamente. E, junto a isso, estimular a criança: bater palmas (parabenizando) após as canções, mesmo que essa criança permaneceu calada e apenas ouvindo já é um bom começo. Não estaremos fazendo isso somente com ela, mas com todas simultaneamente, portanto ela não pode "ficar de fora". Muitas mães se sentem aflitas porque seu filho não canta. É assim mesmo! Cada criança se expressa diferentemente da outra. Umas cantam, outra tocam mais o pandeiro, outra o violão....outra apenas dançam.....e outras apenas ouvem. E por incrível que pareça, essa que apenas ouve, é uma cantora em casa, mostrando a toda familía o repertório inteiro da aula.
E assim se forma o grupo.....que aos poucos vai se integrando e homogenizando.

RELAXAMENTO

Apesar de aparentar ser difícil colocar uma criança de um a dois anos deitada por vontade própria, não é. Repito que o adulto que está com ela é o modelo, portanto tem o compromisso nesse momento de acompanhar o relaxamento. Estudos mostram o quanto os pais tem o poder de estressar ou acalmar uma criança sem ao menos precisar dizer uma só palavra. As crianças sentem o que nem mesmo nós às vezes percebemos. Nesse grupo, o relaxamento começa a ter um grande valor. Muitas crianças não tem o hábito de relaxar, de serem postas para dormir, e muitas vezes ficando acordadas em casa até muito tarde, adormecendo ao som de uma televisão alta.

Saliento a importância do ritual de cada lar. A criação desse ritual, pode ser simples. Desde deitar junto, ler um livrinho, cantar uma musiquinha, ou fazer um relaxamento. E pouco a pouco, a criança vai se condicionando e aprendendo que a partir daquele momento ela vai desacelerar para dormir.

É o que a contece na aula de música. Após as atividades de música, há o momento do relaxamento, em que deitamos, escutamos uma boa música suave e instrumental, e algumas atividades lentas de corpo são sugeridas.


Após isso há o "acordar o corpo" colhendo e cheirando as florzinhas coloridas, onde entra um sutil trabalho de respiração, que as crianças adoram.

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